Pesquisadores ensinam robô a ‘rir’ de piadas Agosto 3, 2007
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Sem nada melhor para fazer na vida, os pesquisadores Julia Taylor e Lawrence Mazlack, da Universidade de Cincinnati (Ohio, EUA), desenvolveram um software capaz de “entender” piadas. Segundo os autores do projeto, essa capacidade é importante para robôs que fazem companhia ou ajudam pessoas. “Eles terão de identificar trocadilhos para ser aceitos. Caso contrário, irritarão as pessoas”, afirmou a publicação “New Scientist”, que divulgou a novidade. Para ensinar o programa, os pesquisadores inseriram nele um banco de dados de palavras extraído de um dicionário infantil – a idéia era manter o vocabulário simples. Depois disso, forneceram exemplos de como as palavras podem estar relacionadas de maneiras diferentes e, com isso, formar idéias distintas. Quando o software entra em contato com uma frase, ele identifica como essas palavras estão relacionadas e o que podem significar. Quando um termo não se encaixa no contexto, o programa busca um guia digital de pronúncias para palavras com sons parecidos. Se o termo não faz sentido naquela frase, o código o classifica como um trocadilho.
Cá entre nós, imagina as piadas que esses dois devem contar por aí…
Técnico em informática escreve pior começo de livro do mundo Agosto 3, 2007
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Do G1
O norte-americano Jim Gleeson venceu recentemente o concurso anual de pior abertura de um romance em língua inglesa. A ruindade gramatical e o humor duvidoso de Jim deixaram para trás milhares de concorrentes no Bulwer-Lytton Fiction de 2007, organizado pela Universidade Estadual de San Jose. A frase campeã é a seguinte: “Gerald começou – mas foi interrompido por um assobio cortante que custou a ele 10% de sua audição permanente, como aconteceu a todo mundo em um raio de 10 milhas da erupção, não que isso importasse muito porque para eles ‘permanente’ significava os próximos dez minutos ou até eles serem enterrados pela lava ou sufocados pelas cinzas – a mijar.” Scott Rice, professor da universidade, chamou a frase de Glesson de “atrocidade sintática” que mostra “um arranjo peculiar de padrões ou valores”. Rice organiza o concurso desde a primeira edição, em 1982, em homenagem ao romancista vitoriano Edward George Earl Bulwer-Lytton (1803-1873), autor de “Os Últimos Dias de Pompéia”. Gleeson, que trabalha no setor de informática em um hospital de Madison, disse que tentou cerca de 20 inícios diferentes, e usou sua intuição para ganhar o prêmio de US$ 250 (cerca de R$ 475). “É como se você pegasse dois pensamentos que não têm a ver um com o outro e juntar tudo”, disse ele. O vencedor contou que tem um projeto pessoal: um livro de auto-ajuda para pessoas apáticas intitulado “Auto-melhoria através da total inatividade”. Gleeson justificou seu “talento” à época da faculdade: “A academia te prepara para escrever mal”.
Auto-melhoria através da total inatividade? Se cuida Dan Brown!